Ó meretriz, que já fui seu servo. Repousou-me em teus braços, recusou minhas lamurias, fez sumir tristeza. Tornou-me escravo de seu efémero carinho, uma paixão de minuto. Com tuas estórias fez a minha parecer conto de ninar.
Agora sinto ser refém de sua compania. Saiu a sua procura no cair da noite, passo as madrugadas em claro a procurar em outras a afinidade que outrora se fez em seu colo.
Amores vadios já são obra da casualidade, não são mais que desencontros, desaventuras.
Partires sem se despedir, deixas a vagar em tua busca através dos becos e portas entre abertas onde as fracas luzes só fazem refletir tua imagem como espelhos e tornam a me enganar, e sem deixar a busca dos sentimentos teus não findar.
Ó! rameira que fez feliz uma noite qualquer, diferente das outras conseguiste espantar o desalento que sempre torna ao raiar dos dias, sem que na madrugada lúgubre tenha passado junto a ti.
Essa eterna busca sem fim! Deverá fenecer longe de ti e de outras, ó meretriz.
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segunda-feira, 6 de abril de 2009
quarta-feira, 17 de dezembro de 2008
A Bússola da vida.
Não esperava em tão pouco tempo, a desavisada bussola da vida fez a sua escolha. O que parecia duvida se desfez pelas mãos do destino. A bussola escolheu - me o destino dos mares do desconhecido, permeado pelas terras ainda sem descoberta.
Quem sabe o que me reserva tão tenebroso horizonte?. Fortuna, alegria, uma caminhar mais sólido a terra prometida. Ou quem sabe miséria, tristeza, rostos em desespero. Qualquer um destes cenários são possíveis de avizinhar - se ainda durante o verão das praias.
É um risco imposto a este navegante e sua tripulação para os próximos meses. Não hei de acovardar - me.Seguirei assim firme, sem a duvida que não me foi permitido ter. Só espero ser agraciado com sorte para seguir longo caminho que me espera.
Agora não há mais volta, os calmos mares do sul ficaram para traz como vai ficando também o errante navegador da nau dourada que cruzaste o caminho desta nau. Haverá futuros distante para ambos. Tomara que não tenhamos o mesmo destino. O fundo escuro e imperdoável do mar.
Quem sabe o que me reserva tão tenebroso horizonte?. Fortuna, alegria, uma caminhar mais sólido a terra prometida. Ou quem sabe miséria, tristeza, rostos em desespero. Qualquer um destes cenários são possíveis de avizinhar - se ainda durante o verão das praias.
É um risco imposto a este navegante e sua tripulação para os próximos meses. Não hei de acovardar - me.Seguirei assim firme, sem a duvida que não me foi permitido ter. Só espero ser agraciado com sorte para seguir longo caminho que me espera.
Agora não há mais volta, os calmos mares do sul ficaram para traz como vai ficando também o errante navegador da nau dourada que cruzaste o caminho desta nau. Haverá futuros distante para ambos. Tomara que não tenhamos o mesmo destino. O fundo escuro e imperdoável do mar.
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segunda-feira, 8 de dezembro de 2008
Sem bússola na tempestade
Segue a nau de bandeira nas cores branca e azul, emoldurada de madeira nobre. Perdida a efemera calmaria após dias de tenebrosa tempestade que parece ter redefinido os rumos antes sonhados pelo capitão da embarcação.
Inerte em alto mar seguindo o leve balanço de tenras ondas. Não sabe que caminho seguir, pois a bussola da vida não lhe aponta um norte um lugar seguro. Na cabeça do timoneiro há duas opções: os calmos e longinquos mares do sul ou ondas, marés altas e incertos mares do norte, onde o caminho é mais curto.
Nesta encruzilhada o comandante não sabe se segue o lado intuitivo e desbravador e segue caminho pelo norte, ou se segue o lado lógico, dominado pela métrica perfeita do raciocinio.
Ao mesmo tempo emergiu a cortar esse calmo mar outra nau, essa de cor dourada, como o sol, porém seu intrépido capitão escolheu um caminho que provavelmente o levará a se aninhar no fundo escuro do mar.
Quem sabe ao virar das paginas deste 2008, chegue a tão esperada decisão que colocara a salvo toda a tripulação. E levará o timoneiro a guiar a embarcação em um rumo próspero que defina a vida desse cidadão. Que leve a dias de calmaria e felicidade.
Inerte em alto mar seguindo o leve balanço de tenras ondas. Não sabe que caminho seguir, pois a bussola da vida não lhe aponta um norte um lugar seguro. Na cabeça do timoneiro há duas opções: os calmos e longinquos mares do sul ou ondas, marés altas e incertos mares do norte, onde o caminho é mais curto.
Nesta encruzilhada o comandante não sabe se segue o lado intuitivo e desbravador e segue caminho pelo norte, ou se segue o lado lógico, dominado pela métrica perfeita do raciocinio.
Ao mesmo tempo emergiu a cortar esse calmo mar outra nau, essa de cor dourada, como o sol, porém seu intrépido capitão escolheu um caminho que provavelmente o levará a se aninhar no fundo escuro do mar.
Quem sabe ao virar das paginas deste 2008, chegue a tão esperada decisão que colocara a salvo toda a tripulação. E levará o timoneiro a guiar a embarcação em um rumo próspero que defina a vida desse cidadão. Que leve a dias de calmaria e felicidade.
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terça-feira, 18 de novembro de 2008
Estrada Nova....
Não..., apesar de gostar muito dessa música de Oswaldo Montenegro não é a ela que me refiro. Aliás não necessariamente uma estrada, uma via qualquer de acesso estava bom já. Na última quarta feira, demorei uma hora (60 min.) para percorrer um trajeto que no máximo demoraria 15 min.
É dificil acreditar que uma cidade em franca expansão econômica como São Bernardo do Campo, que abriga sob seu território as fábricas de algumas das maiores montadoras do mundo e empresas que tenham suas produções derivadas das mesmas. Qualquer três pingos d´agua que caem aki vira um inferno.
Quando "resolve" chover se assim posso dizer para tudo, fica completamente intransitável o centro desta cidade. Tanto carros como coletivos tem dificuldade de seguirem seus trajetos pela já obsoleta Av. Faria Lima, e pelas adjacentes que confluem no paço municipal da cidade.
Quem sabe o futuro presidente, que é de um partido quem tem seu berço aqui, resolva ter alguma idéia que beneficie todos de estudantes a trabalhadores.
Fica a esperança, não de uma estrada nova, mas quem sabe um via nova ou algo semelhante.
É dificil acreditar que uma cidade em franca expansão econômica como São Bernardo do Campo, que abriga sob seu território as fábricas de algumas das maiores montadoras do mundo e empresas que tenham suas produções derivadas das mesmas. Qualquer três pingos d´agua que caem aki vira um inferno.
Quando "resolve" chover se assim posso dizer para tudo, fica completamente intransitável o centro desta cidade. Tanto carros como coletivos tem dificuldade de seguirem seus trajetos pela já obsoleta Av. Faria Lima, e pelas adjacentes que confluem no paço municipal da cidade.
Quem sabe o futuro presidente, que é de um partido quem tem seu berço aqui, resolva ter alguma idéia que beneficie todos de estudantes a trabalhadores.
Fica a esperança, não de uma estrada nova, mas quem sabe um via nova ou algo semelhante.
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segunda-feira, 13 de outubro de 2008
Centenário do poeta

Apesar de estar três dias em atraso, este ainda serve como uma homenagem. Em 1908 nasceu Agenor. Em 1980 morreu cartola. Apesar de ser sem muita instução tornou - se poeta de primeira grandeza. Feitor de obras primas do samba que permeiam nosso cancioneiro até os dias atuais. Ainda jovem mudou - se para um tal morro chamado mangueira, qual sua poesia tornou perene transformando em Estação Primeira, reduto de poetas desde os tempos de fundação.
Figura iluste, não desfrutou dos tempos de bonanza em vida. Um estória de vida lírica como seus poemas. Pena ter nascido no ano em que nos deixava, queria muito ter conhecido sua pessoa e aprender de suas rimas.
Findou - se em vida, mas sua lembrança continua
Salve Agenor de Oliveira, também CARTOLA, em 11 último faria 100 anos.
de um apreciador de suas obras.
abaixo a mais belas das musicas:
o Mundo é um moinho
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